quarta-feira, 1 de julho de 2015
Capítulo 8: Me desculpe, balde. O chute doeu?
01 de julho de 2015
Olá caderninho, estou revoltz.
Sei lá, a vida está esquisita. Não que ela fosse normal, mas... Algo não se encaixa.
Sinto esse vazio no peito da manhã até a madrugada, parece que uma parte de mim simplesmente não está aqui. Eu não sinto mais gosto em nada, parece que não tenho mais motivos para sorrir. É como se eu tivesse me esquecido de alguma coisa ou alguém. Não sei explicar isso direito, mas basicamente eu não estou no clima para uma conversa com você. Na verdade, não estou no clima para nada. Acho que preciso de uma daquelas epifanias de filme, com direito a trilha sonora orquestrada e tudo. Estou vazio, e até agora não entendi como. Até agora não entendi o que devo fazer com isso. Espero que seja apenas passageiro...
Se lembra daquele meu papo de "fazer os outros sorrirem"? Não sei mais como fazer isso.
Acho que estou caindo no meu próprio ranking. Não me vejo mais como alguém que possa salvar o mundo (não que eu não queira salvar um dia). Sei lá, não estou mais revoltado. Acho que vou ter que mudar o título disso no blog (ou talvez eu até deixe desse jeito mesmo).
Olha... É difícil escrever com o coração quando o mesmo está faltando, não sei como desenvolver a nossa interação de hoje. Eu volto depois, provavelmente melhor. Só me perdoe pelas poucas palavras, não sou eu aqui, não o de sempre. Espero que só não seja o meu dia, ou ao menos a semana. Quero voltar a ser o Mauricio.
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